Na indústria avícola, especialmente na produção de ovos, a durabilidade e higiene do ambiente são fatores determinantes para a saúde das aves e a eficiência operacional. Um elemento muitas vezes subestimado — mas crucial — é o material dos equipamentos de criação. O aço Q235, conhecido por sua resistência à corrosão em ambientes úmidos e com alta concentração de amônia, está se tornando a referência técnica para aviários sustentáveis.
Estudos conduzidos pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) mostram que gaiolas feitas de aço carbono padrão Q235, tratadas com revestimento anticorrosivo, apresentam até 40% menos desgaste estrutural após 3 anos em condições típicas de granja comparadas às gaiolas em ferro fundido ou aço não revestido. Isso significa menos manutenção, menor troca de peças e maior segurança para os animais.
Além disso, a superfície lisa e resistente do Q235 impede a acumulação de resíduos orgânicos — como fezes e cascas — que podem ser fonte de bactérias e vírus. Isso reduz significativamente o risco de doenças como a doença de Newcastle e a bronquite infecciosa, aumentando a taxa de postura em até 8–12% em sistemas bem mantidos, segundo dados da Associação Brasileira de Avicultura (ABPA).
O sucesso de um aviário moderno não depende apenas do material, mas da sinergia entre design ambiental e automação. Gaiolas Q235 são compatíveis com sistemas de ventilação forçada e controle de temperatura baseado em sensores IoT. Isso garante uma temperatura ideal entre 18°C e 24°C — o que melhora o bem-estar das aves e reduz o estresse térmico, fator crítico para a produção de ovos de qualidade.
Um caso real: uma fazenda no estado de São Paulo implementou gaiolas Q235 com sistema de ventilação controlado por IA. Em apenas 6 meses, observaram uma redução de 25% no uso de antibióticos e aumento de 10% na produção diária de ovos, sem alterar a dieta ou número de aves.
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