Em regiões tropicais e subtropicais, como o Nordeste do Brasil ou o sul da Ásia, temperaturas superiores a 30°C são cada vez mais comuns durante os meses de verão. Estudos recentes mostram que essa condição não apenas reduz a taxa de postura — em até 15–25% — mas também compromete a qualidade dos ovos e aumenta o risco de estresse térmico nas aves.
Dados da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG): Em condições de temperatura ambiente entre 32–35°C, galinhas poedeiras apresentaram queda média de 18% na produção diária de ovos após 7 dias consecutivos de exposição ao calor. A taxa de ovos defeituosos aumentou em 12%, principalmente por cascas finas e baixo peso.
O sistema de ventilação em gaiolas H-type é projetado para manter um ambiente estável mesmo sob altas temperaturas. A estrutura utiliza entrada de ar lateral (lateral wall intake) combinada com saída superior (top exhaust), criando um fluxo contínuo de ar que remove o calor e umidade do ambiente interno. Isso reduz significativamente a carga térmica nas aves, mantendo a temperatura ideal entre 22–25°C.
A corrosão é um problema crônico em ambientes úmidos e quentes. Gaiolas feitas com materiais convencionais perdem eficiência em até 2 anos de uso contínuo. Já as gaiolas H-type com revestimento em liga alumínio-zinco oferecem resistência superior à oxidação — testes realizados pela empresa SGS indicam que essas estruturas mantêm sua integridade por mais de 5 anos sem manutenção intensiva.
Você pode começar hoje mesmo a melhorar seu controle ambiental:
"Antes, perdia até 20% dos ovos nos meses mais quentes. Agora, com o novo sistema de ventilação, mantenho a produtividade estável mesmo em 34°C." — José Ribeiro, produtor em Pernambuco, Brasil.
Essas histórias não são exceções. Elas representam uma nova realidade para quem investe em gestão ambiental inteligente no setor avícola.
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